
PGBL ou VGBL: Qual Escolher em 2026? Guia Completo com Calculadora
PGBL ou VGBL: qual é melhor para médico e profissional liberal em 2026? Guia completo com calculadora de economia, tabela comparativa e ângulo exclusivo para PJ Lucro Presumido.
Resumo
PGBL deduz até 12% da renda bruta no IR e é ideal para quem declara no modelo completo. VGBL não deduz, mas o IR incide só sobre rendimentos — certo para isentos, simplificado e médicos PJ. Na tabela regressiva, ambos chegam a 10% de IR após 10 anos — menor alíquota disponível no mercado. (SUSEP/Receita Federal, IN RFB 1.537/2015)
O debate PGBL ou VGBL é um dos mais frequentes entre profissionais de alta renda no Brasil — e também um dos mais mal explicados. A maioria dos artigos termina com "depende do seu perfil tributário" sem dizer exatamente do quê depende e quanto isso representa em reais no final do ano.
Este guia muda isso. Você vai ver os números reais: quanto o PGBL economiza para um médico com renda de R$ 30.000/mês, por que o médico que opera via PJ no Lucro Presumido está em uma situação completamente diferente dos outros, e quando o VGBL é a escolha racional — não a "segunda opção" para quem não pode usar o PGBL.
A distinção é regulada pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), com tributação definida pela Receita Federal via IN RFB 1.537/2015, dentro do marco legal da Lei 12.154/2009, que reestruturou a previdência privada aberta no Brasil.
O Que é PGBL? Definição, Benefício Fiscal e Como Funciona
O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é um plano de previdência privada aberta, regulado pela SUSEP e fiscalizado pela PREVIC (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) em relação aos fundos fechados que eventualmente servem de referência. Seu principal diferencial é o benefício fiscal: as contribuições são dedutíveis da base de cálculo do IRPF, no limite de 12% da renda bruta anual tributável.
A lógica tributária funciona assim: você aporta no PGBL e deduz do IR agora. No resgate, o IR incide sobre o total acumulado — principal + rendimentos. Em essência, o governo está dando um "empréstimo tributário" que você paga no futuro, com a vantagem de que o dinheiro que seria do fisco ficou rendendo por décadas dentro do plano.
Exemplo concreto:
| Cenário | Sem PGBL | Com PGBL (R$ 43.200/ano) |
|---|---|---|
| Renda bruta anual | R$ 360.000 | R$ 360.000 |
| Base de cálculo IR | R$ 360.000 | R$ 316.800 |
| IR estimado (alíquota ~27,5%) | R$ 99.000 | R$ 87.120 |
| Economia anual imediata | — | R$ 11.880 |
| Economia mensal imediata | — | R$ 990 |
Base de cálculo simplificada; consulte a tabela progressiva vigente da Receita Federal para cálculo exato.
Atenção: A dedução do PGBL só funciona para quem declara IR no modelo completo (deduções legais). Quem usa o modelo simplificado (desconto padrão de 20%) não tem benefício fiscal com o PGBL — e deve usar o VGBL.
O Que é VGBL? Quando é a Escolha Mais Inteligente
O VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é tecnicamente um seguro de vida com cobertura de sobrevivência — e por isso é regulado tanto pela SUSEP quanto tem características de seguro pessoal. Não permite dedução de IR na fase de acumulação, mas tem uma vantagem fundamental: o imposto no resgate incide apenas sobre os rendimentos, não sobre o principal.
Para quem não tem benefício fiscal na entrada (declaração simplificada, isento, ou PJ Lucro Presumido com renda distribuída como dividendos), o VGBL é a única escolha racional. É também o instrumento correto para contribuições acima do limite de 12% da renda: o excedente do PGBL deve ir para VGBL para não pagar IR sobre o principal no resgate.
O VGBL também é superior ao PGBL em planejamento sucessório: o saldo do VGBL não entra no inventário (Código Civil, Art. 794 — seguros de vida são impenhoráveis e não entram no espólio), permitindo transferência direta aos beneficiários sem ITCMD em muitos estados. O PGBL, por ser previdência, pode ter tratamento diferente dependendo da legislação estadual.
Comparativo PGBL vs VGBL — Tabela Completa por Perfil
| Critério | PGBL | VGBL |
|---|---|---|
| Dedutibilidade | Até 12% da renda bruta anual (IR completo) | Não dedutível |
| IR no resgate | Sobre total (principal + rendimentos) | Apenas sobre rendimentos |
| Modelo de declaração | Obrigatório: IR completo | Qualquer modelo |
| Perfil ideal | PF com alta renda tributável e declaração completa | Isentos, simplificado, PJ, sucessório |
| Planejamento sucessório | Entra no espólio (depende do estado) | Não entra no inventário (Art. 794 CC) |
| Regulador | SUSEP / PREVIC (fundos fechados) | SUSEP |
| Lei de referência | Lei 12.154/2009 + IN RFB 1.537/2015 | Lei 12.154/2009 + IN RFB 1.537/2015 |
| Contribuição adicional ao limite | Migrar excedente para VGBL | Sem limite |
Fonte: SUSEP (susep.gov.br), Receita Federal (receita.economia.gov.br), IN RFB 1.537/2015
Calculadora: Quanto Você Economiza com PGBL?
A economia com o PGBL depende de três variáveis: renda bruta tributável anual, alíquota marginal efetiva de IR e valor aportado. Use esta tabela como referência para os cenários mais comuns:
| Renda Bruta Anual | Limite PGBL (12%) | Alíquota Marginal | Economia Anual | Economia Mensal |
|---|---|---|---|---|
| R$ 120.000 (R$ 10K/mês) | R$ 14.400 | ~22,5% | R$ 3.240 | R$ 270 |
| R$ 180.000 (R$ 15K/mês) | R$ 21.600 | ~25% | R$ 5.400 | R$ 450 |
| R$ 240.000 (R$ 20K/mês) | R$ 28.800 | ~27,5% | R$ 7.920 | R$ 660 |
| R$ 360.000 (R$ 30K/mês) | R$ 43.200 | ~27,5% | R$ 11.880 | R$ 990 |
| R$ 500.000 (R$ 41,6K/mês) | R$ 60.000 | ~27,5% | R$ 16.500 | R$ 1.375 |
| R$ 600.000+ | R$ 60.000 (cap) | 27,5% | R$ 16.500 | R$ 1.375 |
Cálculos baseados na tabela progressiva do IRPF 2026 (Receita Federal). Valores aproximados — desconsideram deduções de dependentes, saúde e educação que podem alterar a alíquota efetiva.
Importante: A economia acima é a vantagem IMEDIATA do PGBL. No resgate (décadas depois), parte será devolvida ao fisco — mas com a tabela regressiva de 10%, o ganho líquido ao longo de 10+ anos ainda é significativo.
Como calcular seu ganho real com PGBL em 10 anos
O ganho real do PGBL não é apenas a dedução anual, mas o rendimento da economia reinvestida ao longo dos anos. Para um médico que economiza R$ 11.880/ano em IR:
- Ano 0-10: R$ 11.880/ano reinvestidos em CDB a CDI (14,9% a.a. bruto em fev/2026, BACEN)
- Resultado em 10 anos: R$ 11.880 × 10 anos + rendimentos compostos ≈ R$ 220.000+ acumulados extras
- Menos IR no resgate do PGBL (tabela regressiva, 10% após 10 anos): IR sobre rendimentos estimado em R$ 15.000–R$ 25.000
- Ganho líquido: R$ 195.000–R$ 205.000 a mais do que se tivesse usado VGBL puro
Parâmetro: CDI a 14,9% a.a. (BACEN, fev/2026). Projeções futuras são incertas.
Tabela Progressiva ou Regressiva? Como Escolher o Regime de Tributação
Esta é a segunda decisão mais importante depois de PGBL vs VGBL. Ambos os planos permitem escolher o regime de tributação no momento do resgate, mas a escolha mais comum é feita no momento da contratação:
Tabela Progressiva
O IR no resgate segue a tabela do IRPF vigente: de isento (até R$ 5.000/mês de renda) até 27,5%. A vantagem é para quem planejado ter renda baixa na aposentadoria — o resgate cai na faixa de isenção ou alíquotas menores.
Tabela Regressiva
| Período de Acumulação | Alíquota IR no Resgate |
|---|---|
| Até 2 anos | 35% |
| 2–4 anos | 30% |
| 4–6 anos | 25% |
| 6–8 anos | 20% |
| 8–10 anos | 15% |
| Mais de 10 anos | 10% |
Fonte: Receita Federal — IN RFB 1.537/2015
Para a maioria dos médicos e profissionais de alta renda que planejam acumular por 10+ anos, a tabela regressiva é superior: 10% de IR sobre os rendimentos (VGBL) ou sobre o total resgatado (PGBL) é mais baixo do que qualquer produto de renda fixa tradicional. Um CDB paga 15% de IR após 2 anos. Um fundo de longo prazo paga come-cotas semestral + IR de 15% na saída. A previdência privada na tabela regressiva é o único produto financeiro com IR de 10% para o longo prazo.
Regra prática: Se você tem menos de 50 anos e renda acima de R$ 20.000/mês, escolha sempre a tabela regressiva e planeje não tocar no plano por pelo menos 10 anos.
PGBL para Médicos: O Caso da PJ Lucro Presumido
Este é o ponto que praticamente nenhum artigo explica corretamente: o médico que opera como PJ no Lucro Presumido não pode usar o PGBL para deduzir o imposto da empresa.
O PGBL deduz da base de cálculo do IRPF pessoal — não do IRPJ da PJ. Se o médico retira R$ 3.000/mês de pro-labore (base mínima obrigatória) e distribui o restante como dividendos (antes da Lei 15.270/2025) ou como lucros tributados (após), a base de IRPF pessoal é muito pequena.
Exemplo — Dr. Carlos, clínico, PJ Lucro Presumido, faturamento R$ 40.000/mês:
- Pro-labore: R$ 3.500/mês (R$ 42.000/ano)
- Dividendos distribuídos: R$ 25.000/mês (R$ 300.000/ano) — sujeitos ao IRRF de 10% acima de R$ 50K/ano após Lei 15.270/2025
- Base de IRPF pessoal sobre pro-labore: R$ 42.000/ano
- Limite PGBL (12% de R$ 42.000): R$ 5.040/ano
- Economia de IR com PGBL: R$ 5.040 × 22,5% ≈ R$ 1.134/ano (R$ 94/mês)
A economia é quase irrelevante — menos de 10% do potencial que um médico PF com a mesma renda total obteria.
O que o médico PJ Lucro Presumido deve fazer:
- Usar VGBL na tabela regressiva como veículo de acumulação de longo prazo, aproveitando os 10% de IR no resgate versus 22,5%–15% de outras aplicações
- Usar a holding familiar como veículo de previdência paralela — a holding pode fazer aplicações com tributação favorável e reter lucros sem distribuição imediata
- Considerar PGBL apenas para o pro-labore — a dedução é pequena, mas se o pro-labore for maior (empresa com múltiplos sócios), pode valer
Atenção: Com a Lei 15.270/2025 (em vigor desde jan/2026), dividendos acima de R$ 50.000/mês por sócio passam a pagar IRRF de 10%. Isso não altera a lógica do PGBL vs VGBL descrita acima, mas aumenta o custo tributário dos dividendos e torna o VGBL ainda mais atraente como alternativa de acumulação para médicos PJ.
Como Escolher o Melhor Fundo de Previdência
Tanto o PGBL quanto o VGBL são "invólucros tributários" — a performance real depende do fundo subjacente. A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) regula os fundos de investimento que compõem esses planos, via Resolução CVM 175/2022.
Os principais tipos de fundo disponíveis em previdência:
| Tipo de Fundo | Perfil | Retorno Esperado (longo prazo) |
|---|---|---|
| Renda Fixa (DI/CDI) | Conservador | CDI (~14,9% a.a. em 2026, BACEN) |
| Multimercado | Moderado | CDI + 2% a 5% a.a. (meta) |
| Renda Variável | Arrojado | Ibovespa histórico ~15% a.a. bruto |
| Balanceado | Equilibrado | CDI + 1% a 3% a.a. (meta) |
O que evitar:
- Taxa de carregamento acima de 0,5%: produto bancário antigo; hoje existem opções sem carregamento
- Taxa de administração acima de 1% a.a. para renda fixa: corroe o benefício fiscal
- Plano sem portabilidade gratuita: você precisa ter liberdade de migrar o saldo para outro plano sem custo e sem tributação
A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) define o código de melhores práticas para comercialização de previdência privada — exige transparência de custos e adequação ao perfil do investidor. Os fundos subjacentes são regulados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) via Resolução CVM 175/2022.
Regra: A escolha do fundo importa mais do que PGBL vs VGBL para patrimonios acima de R$ 500.000 acumulados. Uma diferença de 1% a.a. na taxa de administração representa R$ 5.000/ano a menos rendendo no plano — e cresce exponencialmente com o tempo.
Passo a Passo: Como Escolher Entre PGBL e VGBL
- Verifique seu modelo de declaração de IR — se você usa o simplificado ou é isento, escolha VGBL automaticamente
- Calcule sua renda bruta tributável anual — inclua pro-labore, aluguéis, e rendimentos tributados (não dividendos)
- Calcule o limite de PGBL: renda bruta tributável × 12% = valor máximo dedutível
- Verifique se você já tem plano de previdência no trabalho ou entidade profissional — contribuições para INSS como empregado e contribuições para entidade de previdência complementar (tipo PREVIC) contam no limite de 12%
- Para a contribuição dentro do limite: use PGBL (se declarar IR completo com renda PF relevante)
- Para o excedente: use VGBL
- Escolha tabela regressiva se o horizonte for 10+ anos
- Compare fundos: taxa de administração < 0,8% para RF; sem carregamento; portabilidade gratuita
PGBL, VGBL e Holding Familiar: A Combinação Mais Eficiente
Para médicos e profissionais liberais com patrimônio em crescimento, a holding familiar complementa a previdência privada de forma estratégica. A holding pode:
- Reter lucros da PJ operacional sem distribuição imediata (sem IRRF de 10%)
- Investir em CDB, FII, ações e imóveis com caixa da empresa (tributação pelo Lucro Real ou Presumido da holding)
- Servir como "previdência estruturada" — acumular patrimônio dentro da PJ com menor tributação corrente
O VGBL, nesse contexto, cumpre um papel específico: planejamento sucessório. O saldo do VGBL não entra no inventário e pode ser direcionado diretamente para beneficiários sem ITCMD (dependendo do estado e da jurisprudência — verificar com advogado tributarista).
Veja também nosso guia completo sobre holding familiar para entender como estruturar essa combinação.
Perguntas Frequentes sobre PGBL e VGBL
Qual a diferença entre PGBL e VGBL?
Resposta direta: PGBL deduz até 12% da renda bruta no IR (modelo completo) e paga IR sobre o total resgatado; VGBL não tem dedução e paga IR apenas sobre os rendimentos. Para quem declara IR completo com renda PF relevante, o PGBL gera economia imediata. Para isentos, simplificado ou PJ, o VGBL é a escolha certa.
Fonte: SUSEP (susep.gov.br), Receita Federal — IN RFB 1.537/2015
PGBL vale a pena para médico?
Resposta direta: Depende de como o médico declara IR. Se ele é pessoa física com renda tributável acima de R$ 15.000/mês e declara no modelo completo, o PGBL vale muito — R$ 11.880/ano de economia para renda de R$ 30.000/mês. Se é PJ Lucro Presumido com pro-labore baixo, o benefício cai para menos de R$ 1.200/ano, e o VGBL na tabela regressiva é mais relevante como veículo de acumulação.
PGBL tem limite de dedução no imposto de renda?
Resposta direta: Sim — 12% da renda bruta anual tributável, respeitada a declaração pelo modelo completo. Para renda de R$ 600.000/ano (R$ 50K/mês), o limite é R$ 72.000 em aportes dedutíveis — mas a partir de R$ 500.000 de renda, o cap efetivo é R$ 60.000 pela tabela da Receita Federal. Contribuições acima do limite não geram benefício adicional; migre o excedente para VGBL.
O que acontece com o PGBL se eu mudar de regime tributário?
Resposta direta: O plano continua existindo — é contrato pessoal, independente do seu regime de tributação. O que muda é a capacidade de usar o benefício fiscal. Se você migrar para declaração simplificada ou se sua renda tributável PF cair, o PGBL para de gerar benefício de dedução (você pode portabilizar o saldo para VGBL sem IR imediato).
Portabilidade de previdência sem IR: regulamento da SUSEP e IN RFB 1.537/2015.
Qual a tributação do resgate de PGBL e VGBL?
Resposta direta: Dois regimes à escolha: Tabela Progressiva (até 27,5%) ou Regressiva (começa em 35% e cai para 10% após 10 anos). Para quem acumula por 10+ anos, a tabela regressiva com 10% é quase sempre superior — comparado a CDB (15% após 2 anos) ou fundo de renda fixa com come-cotas semestral. O VGBL na regressiva paga 10% apenas sobre os rendimentos, não sobre o principal.
Conclusão: A Decisão Definitiva
A escolha entre PGBL e VGBL não é complicada quando você conhece sua situação fiscal:
Use PGBL se: você é pessoa física, declara IR no modelo completo, tem renda tributável acima de R$ 15.000/mês e quer a dedução imediata de até 12% da renda. A tabela regressiva é quase sempre superior para horizontes de 10+ anos.
Use VGBL se: você declara no simplificado, é parcialmente isento, opera como PJ com renda distribuída principalmente como dividendos, ou quer usar previdência para planejamento sucessório (saldo fora do inventário).
Combine os dois se: você tem renda PF relevante (pro-labore alto ou rendimentos PF além de dividendos) e aportes acima do limite de 12% — use PGBL até o limite e VGBL para o excedente.
O médico que opera como PJ Lucro Presumido com pro-labore baixo deve focar no VGBL na tabela regressiva como veículo de acumulação de 10+ anos, e usar a holding familiar para a estrutura maior de proteção e acumulação patrimonial. É a combinação mais eficiente para esse perfil — e é exatamente o que estruturamos para nossos clientes na Credco.
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Aviso: Este artigo tem caráter educacional e não constitui recomendação de investimento individual. Consulte um planejador financeiro certificado (CFP) e contador especializado antes de tomar decisões de previdência e tributação.
Ricardo Melo é CEO e Fundador da Credco, consultoria de alavancagem patrimonial para profissionais de alta renda. Ao longo de mais de 10 anos, a Credco estruturou mais de R$ 250 milhões em patrimônio para 500+ clientes, com foco em médicos, advogados e empresários.
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